>>>Cinco lugares perfeitos para uma despedida de solteiro

Cinco lugares perfeitos para uma despedida de solteiro

Quer a ame ou a odeie há sempre uma despedida de solteiro para si. É apenas uma questão de saber procurar. Em Budapeste, para os festeiros, em Cognac, para os tranquilos ou, no inverno irlandês, para os freaks.
Peter James começa o romance negro Dead simple com um personagem enterrado vivo pelos amigos, como vingança às desastradas despedidas de solteiro que ele lhes organizou. Ninguém pretende ser este personagem. Por isso, a prudência recomenda que quando preparar uma despedida de solteiro tenha em conta que o próximo acidente nupcial poderá ser o seu.
Uma despedida de solteiro reúne, em média, entre oito a doze amigos, geralmente com idades entre os 28 e os 32 anos, que se conhecem bem. A melhor forma de acertar no tipo de despedida de solteiro que se pretende fazer é começar por colocar uma pergunta ontológica: quem somos? E a seguir tentar apurar o que queremos fazer e qual o melhor local para o fazer.
The Dark Hedges, perto da localidade de Armoy, é o “Caminho do rei” na Guerra dos Tronos.

Para os que querem tudo

Miami tem-no. Começando por South Beach pela manhã e continuando pelo mítico Ocean Drive, onde Sonny Crockett perseguia os maus. À noite, comece na Nikki Beach, um dos clubes noturnos mais famosos do mundo, e termine na Downtown Miami com os primeiros raios de sol.

1. Com o ocaso, a pacífica Budapeste transforma-se no território daqueles que o sabem desfrutar com estilo. Para começar bem a noite, há os bares das ruínas, edifícios abandonados reciclados, onde em cada sala existe um ambiente próprio, djs diferentes, muita instalação artística e uma decoração eclética. O mais solicitado é o Szimpla Kert mas o mais típico do local é o Instant. Porém, a verdadeira festa está no Cinetrip e nos seus Banhos Mágicos: balneários clássicos convertidos em discotecas com djs, laser e pouco autocontrolo dentro da água.
2. Os que preferem chegar intactos ao casamento podem decidir-se pelo território mapuche, a sul do Chile. O vulcão e o lago Villarrica oferecem muitas oportunidades para passeios de barco, pesca, partilha da paz dos nativos e outras atividades recreativas boas para a pele. É recomendável reservar um dia completo nas Termas Geométricas, um conjunto de pontes e piscinas termais encaixado na selva, que o coloca a meio do caminho entre o Parque Jurássico e o mais zen dos bosques japoneses.
Em Las Vegas, o Champagne brunch da LAVO realiza-se aos sábados, das 14:00 às 18:00, no hotel The Palazzo.
3. Uma escolha interessante para os seriéfilos é deixar-se perder entre os bosques e as ribeiras do Poente de A guerra dos tronos. Está situado a norte da Irlanda do Norte, onde se gravaram todas as partes que aconteciam na ‘Invernália’, o castelo dos Stark, que na vida real é o Castelo de Ward. Aqui pode-se disfarçar de senhor ou soldado, fazer tiro com o arco, comer com as mãos e passear de bicicleta pelos bosques, enquanto um guia lhe mostra, no tablet, as cenas rodadas na paisagem que o circunda.
No Algarve, depois de uma noite longa, uma boa escolha é alugar um barco e fazer um percurso personalizado.
4. Outro clássico, popularizado no filme Entre uma e Outras, é a despedida de solteiro entre as vinhas. Uma escolha mais refinada do que os clássicos roteiros vinícolas é conhecer Cognac, a oeste de França. As casas que produzem a bebida com o mesmo nome organizam visitas, como Otard, localizada no Chateau de Cognac, por onde antigamente se passeava a realeza e, agora, se pode passear você e os seus companheiros. A despedida de solteiro torna-se completamente diferente se se conduzir 100 quilómetros em direção ao Atlântico para se descansar na fotogénica ilha de Ré, fértil em casas chiques, receitas marujas, sabões artesanais e uns burros que parecem de peluche, quando os publica no Instagram.
5. Neste percurso é impossível esquecer o legado da Sin City. Antes de The Hangover a cidade já era a meca de borguistas, como Sinatra e o seu Rat Pack. Agora podem-se contratar tours do filme, subir à torre Stratosphere, aderir a um brunch dançante na LAVO ou visitar o Museu da máfia. Enfim, já se sabe que “o que acontece em Las Vegas fica em Las Vegas”, sobretudo se não é capaz de se lembrar de nada no dia seguinte.